Fechamento SBH3 (19/10): 18,65 (-2 pts)
Viés do dia: Misto/altista
Suporte: 18,43
Resistência: 18,90
Cotação neste momento (SBH3): 18,60 (-0,27%)
Em seu terceiro dia consecutivo de queda, o açúcar testou um importante suporte (18,43 c/lb) mas não conseguiu se manter devido à pressão da alta nos preços do petróleo, encerrando o pregão sem grande oscilação em relação à sessão anterior. O spread H/K segue forte (+0,91) e a demanda a curto prazo se consolida com o line-up dessa quarta feira se mantendo igual a semana passada com 3,8 mmt. O açúcar de Londres também seguiu em baixa e já acumula nessa semana uma queda de 20,5 USD/t.
O petróleo vinha numa sequência de correção da alta causada pelo anúncio de corte de produção da OPEP+, mas a divulgação dos estoques do óleo nos EUA veio menor que o esperado e deu suporte para que os preços voltassem a subir. A notícia de que Biden liberaria mais uma parte da reserva de emergência de óleo para a venda no país, prevendo conter o aumento de preços, não foi suficiente para contrabalancear a alta de ontem.
O inverno vem se aproximando do hemisfério norte, aumentando a quantidade de energia usada pela população para o aquecimento. Nesse período é comum que os EUA utilizem petróleo como fonte energética para solucionar esse aumento de demanda energética. Por conta disso, a redução nos estoques deu suporte aos preços. Nessa manhã o petróleo dá continuidade à alta de ontem, subindo +1,4% nessa abertura.
Já o nosso biocombustível, segue valorizado e negociado a R$3,08 PVU. Perante um cenário de colheita atrasada, mix açucareiro, alto volume de exportação e estoques reduzidos o etanol segue com fundamentos altistas, reduzindo a competitividade na bomba (paridade 71% na semana passada).
Fonte: StoneX